Virada Cultural atravessa a madrugada com Theatro Municipal movimentado, Masp aberto e público ocupando o Centro de São Paulo
São Paulo virou a madrugada em ritmo de arte, música e convivência na Virada Cultural 2026. Do Theatro Municipal ao MASP, passando pela Biblioteca Mário de Andrade, milhares de pessoas ocuparam o Centro da capital durante toda a noite para acompanhar a programação gratuita do Festival dos Festivais. Com mais de 1,2 mil atrações espalhadas por todas as regiões da cidade, a Virada manteve os espaços culturais movimentados até o amanhecer, reunindo públicos de diferentes idades, bairros e Estados em uma experiência que misturou shows, exposições, literatura, dança e encontros pela cidade.
No Theatro Municipal, o público acompanhou apresentações durante toda a noite, enquanto a Biblioteca Mário de Andrade permaneceu cheia, com música, visitantes circulando pelos corredores e programação cultural até as primeiras horas da manhã.
A motorista Viviane Pereira da Silva, de 48 anos, moradora de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, aproveitou a madrugada para conhecer o Theatro Municipal ao lado das duas filhas. “Uma experiência única. Não é todo dia que você encontra um evento com tanta coisa gratuita para fazer”, resumiu a filha mais velha, Analy. Morador da Bela Vista, o publicitário Ivan Souza, de 33 anos, destacou a ocupação cultural da cidade durante a noite. “Os diversos pontos espalhados pela cidade aproximam as pessoas. Como moro aqui perto, ficou ainda melhor viver tudo isso”, contou.
Do Guarujá, no litoral sul paulista, o assistente administrativo Nicholas Andrade, de 22 anos, reuniu três amigos para atravessar a madrugada na capital. O roteiro começou no Theatro Municipal e seguiria pelos shows de Ebony, Marina Sena e Joelma. “Achei tudo muito grandioso. Shows de graça, várias divas pop. Não tenho dúvidas de que vamos nos divertir muito”, afirmou.
Amiga de Nicholas, a secretária Maria Eduarda da Cruz Silva, de 21 anos, saiu de Cubatão para conhecer o Theatro Municipal pela primeira vez. “Achei muito lindo. Adoro essa arquitetura”, disse.
No MASP, que permaneceu aberto 24 horas durante a Virada Cultural com entrada gratuita, o movimento seguiu intenso ao longo da madrugada. O casal curitibano Larissa Hack, de 37 anos, e Luís Eduardo Hack, de 42, levou o filho de 13 anos para viver a experiência noturna no museu. “Existe um imaginário coletivo de estar em um museu durante a madrugada. Poderíamos vir em qualquer horário, mas escolhemos viver essa experiência”, afirmou Larissa. A família também acompanhou apresentações de jazz no palco República e um show de stand-up no Copan. “A programação é tão grande que às vezes fica até difícil escolher”, disse Luís Eduardo.
A estudante Stephany Oliveira, de 21 anos, moradora do Belém, na Zona Leste, visitou o MASP durante a madrugada ao lado do namorado, francês. “Foi como aquele filme ‘Uma Noite no Museu’. O clima da Virada é diferente, mais vivo, mais animado”, contou. Já a atriz Victória Mendonça, de 28 anos, veio de Santos com a mãe para conhecer o museu à noite pela primeira vez. “O Masp já é uma experiência incrível, mas de madrugada fica ainda mais especial”, afirmou.
A programação continua neste domingo (24), com apresentações de Thiaguinho, Michel Teló, Marina Sena e centenas de atrações espalhadas pela capital. Veja aqui a programação completa.
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