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Segunda-feira, 30 de Março de 2026 | Horário: 15:44
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Viva o Verde SP: Prefeitura de São Paulo e ONU-Habitat renovam parceria para aprimorar parques

Viva o Verde SP: Prefeitura de São Paulo e ONU-Habitat renovam parceria para aprimorar parques

Viva o Verde SP chega à sua segunda fase com foco na implementação das principais recomendações apontadas na primeira etapa, que, entre 2022 e 2025, diagnosticou mais de 100 parques e elaborou planos de gestão de oito deles, entre outras contribuições.

Iniciativa vai contribuir com mais planos de gestão, projetos de requalificação de parques e ferramentas digitais para fortalecer gestão e acesso à informação.

Os objetivos da nova etapa incluem ampliar os espaços de engajamento da sociedade civil na gestão dos parques de São Paulo, com foco no protagonismo de meninas e mulheres e no desenho participativo de espaços públicos.

 

Imagem aérea de uma área urbana densa. No centro, há um grande fragmento de mata verde, com árvores altas e fechadas, formando uma espécie de ilha de vegetação. Ao redor dessa área verde, vê-se uma ocupação intensa de casas pequenas e próximas umas das outras, com telhados variados, predominando tons de cinza e terracota.  À direita da imagem, há conjuntos de prédios residenciais de poucos andares, organizados em blocos, com fachadas coloridas em tons de azul, verde e rosa, e telhados avermelhados. Ruas e pequenas áreas pavimentadas aparecem entre os edifícios.  Ao fundo, a cidade se estende até o horizonte, com muitos prédios e construções, sob um céu nublado e acinzentado. A cena evidencia o contraste entre a área de mata preservada e a urbanização ao redor.
Foto: Acervo SVMA

Apesar de conhecida pela estrutura urbana, a cidade de São Paulo vem se destacado também no desenvolvimento alinhado à natureza, ao reaproximar a população com as áreas verdes: inaugurou 14 parques desde 2021; conta com sete parques naturais e 122 parques municipais, alguns deles recém-inaugurados; promove uma política de ampliação das áreas verdes que elevou sua cobertura vegetal para mais de 50% do território; plantou mais de 165 mil árvores (até fevereiro de 2026) e publicou 49 decretos para transformar áreas verdes particulares em espaços de utilidade pública.

Parte dessa guinada da capital paulista em prol da sustentabilidade, o Viva o Verde SP – parceria entre a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), e o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) – está dando início à sua segunda fase, depois de três anos em que realizou uma avaliação geral dos mais de 100 parques urbanos da cidade e análises específicas de 10 desses locais, além da elaboração de oito planos de gestão, propostas de inovação no financiamento e capacitação de servidores e sociedade civil, entre outras atividades (confira aqui).

Após uma primeira fase que teve como foco a análise e o diagnóstico dos espaços públicos verdes, o objetivo agora é implementar as descobertas e recomendações feitas na etapa inicial. Para isso, a iniciativa vai:

  • Desenvolver um guia metodológico para planos de gestão (documentos que guiam a administração, usos e normas de parques da cidade) e entregar planos participativos de gestão de 10 parques;
  • Contribuir com o desenvolvimento de ferramentas digitais para promover mais acessibilidade e inclusão nos parques, com recursos para uma melhor gestão e monitoramento, sempre com foco na participação cidadã;
  • Avaliar mais nove parques apontados como prioritários e elaborar projetos de requalificação de outros seis desses espaços públicos, com escuta ativa junto às comunidades desses locais;
  • Desenvolver campanhas de educação ambiental em 19 parques, alinhadas ao Plano Municipal de Educação Ambiental (PMEA-SP 2024-2034), que também expressa o compromisso da cidade com um futuro mais justo e sustentável.

“A nova fase do Viva o Verde SP representa um passo concreto para transformar diagnóstico em ação. Nosso objetivo é ampliar o protagonismo da população na gestão dos parques. Queremos espaços cada vez mais inclusivos, construídos com a participação ativa da sociedade, especialmente de mulheres e meninas”, ressalta o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi.

A secretaria destaca que, dentre as contribuições da iniciativa para a cidade, os planos de gestão, apresentados em dezembro de 2024, estão tendo um impacto significativo: além de orientar a manutenção e a gestão compartilhada desses espaços verdes públicos, esses documentos vão servir como modelo para o desenvolvimento de planos para mais 10 parques como parte do Viva o Verde SP, e serão a base para fortalecer a gestão dos mais de 100 parques da capital paulista.

 

Imagem em um parque com bastante vegetação. Em primeiro plano, uma passarela com piso avermelhado e corrimãos laterais também vermelhos segue em leve curva. À esquerda e à direita, há árvores e plantas densas, com folhas verdes de diferentes tamanhos.  Quatro pessoas caminham pela passarela. Na frente, uma criança pequena corre em direção à câmera, usando casaco vermelho e calça escura. Logo atrás, uma mulher adulta caminha acompanhando outras duas crianças. Uma delas veste roupa colorida e anda no centro da passarela; a outra, à direita, parece sorrir enquanto caminha, apoiando-se levemente no corrimão.  Ao fundo, entre a vegetação, aparecem edifícios residenciais de poucos andares, indicando que o parque está inserido em uma área urbana. A cena transmite movimento e uso do espaço por famílias.
Foto: Acervo SVMA 

O Viva o Verde SP marcou a primeira colaboração entre ONU-Habitat e Prefeitura de São Paulo. Desde então, outras iniciativas foram lançadas na capital paulista, também com a SVMA, para a elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Ambiental Integrado (PMSAI) e de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS).

Segunda fase
A nova etapa da iniciativa vai concentrar seus esforços nas áreas de digitalização, avaliação, gestão e comunicação. Dados gerados pelas avaliações dos parques realizadas em 2023 e 2024 – divulgadas na Avaliação de Espaços Públicos da Cidade: Parques Municipais de São Paulo e no Quadro de Priorização dos Parques de São Paulo – serão estruturados e integrados à plataforma WebParques, que funciona como um guia eletrônico com informações detalhadas sobre os parques municipais da capital paulista. A integração vai permitir acesso simples pela população e facilitar que o município replique processos participativos adotados pelo ONU-Habitat em outros parques da cidade de forma autônoma.

Mais uma vez, a atuação da iniciativa será concentrada em territórios de maior vulnerabilidade social, identificados nas avaliações como prioritários para a ação do poder público em prol das comunidades. Nesta segunda fase, os parques prioritários serão:

  • Zona Centro-Oeste (2): Sapé e Raposo Tavares;
  • Zona Leste (8): Ciência, Consciência Negra, Córrego Água Vermelha, Itaim Paulista, Santa Amélia, Sapopemba, Vila do Rodeio e Zilda Arns Neumann;
  • Zona Norte (3): Anhanguera, Córrego do Bananal-Canivete e São Domingos;
  • Zona Sul (6): Guanhembu, Jardim Prainha, Nascentes do Ribeirão Colônia, Nove de Julho, Ribeirão Caulim e Sete Campos.

Dez desses locais já foram alvo de avaliações específicas do Viva o Verde SP (confira, nos links a seguir, por região: Centro-Oeste, Leste, Norte e Sul), e cinco deles – Água Vermelha, Anhanguera, Bananal-Canivete, Sapé e Sete Campos – receberam projetos de requalificação por meio da iniciativa. Agora, outros seis – Ciência, Itaim Paulista, Raposo Tavares, Ribeirão Caulim, Santa Amélia e São Domingos – também receberão projetos participativos de requalificação.

“A renovação da parceria com a cidade de São Paulo reforça o compromisso da prefeitura e do ONU-Habitat com a qualidade dos espaços públicos e o combate à desigualdade de distribuição dos parques. Toda cidadã e todo cidadão precisa ter acesso a áreas verdes preservadas próximo de onde mora, em especial as meninas, as mulheres e a população que vive em bairros vulneráveis, mais afetada por essa desigualdade. A primeira etapa do Viva o Verde SP comprovou isso, e esta segunda etapa vai promover ações transformadoras e inclusivas. Promover o verde é priorizar o bem-estar da população e a urbanização sustentável, integrada à natureza, sem deixar ninguém e nenhum território para trás”, explica a chefe do Escritório do ONU-Habitat no Brasil, Rayne Ferretti Moraes.

Cada etapa da iniciativa contempla o envolvimento de meninas e mulheres no processo de avaliação e projetos participativos, resultando em diagnósticos que atendem necessidades específicas. Como propõe o Guia Cidade Delas, fortalecer a voz de quem historicamente foi excluída e reconhecê-las como especialistas em suas próprias vivências permite ampliar as possibilidades de transformar espaços e comunidades de forma mais equitativa e sustentável.

 

Imagem de uma sala de reunião ou auditório. O espaço é amplo, com piso de madeira e teto alto, onde vigas de madeira ficam aparentes. Longas luminárias brancas estão suspensas no teto, iluminando o ambiente.  Em primeiro plano, várias pessoas estão sentadas em cadeiras organizadas em fileiras, voltadas para a frente. Elas assistem a uma mesa de debate composta por cerca de oito pessoas, posicionadas atrás de uma mesa comprida.  Ao fundo, há uma tela de projeção com uma apresentação exibida. É possível ler o título “Resultados da 1ª fase” e, abaixo, a frase “Viva o Verde SP”, acompanhada de ilustrações coloridas de árvores e prédios.  Os participantes da mesa parecem estar em discussão ou apresentação, enquanto o público acompanha atentamente. O ambiente transmite a ideia de encontro, palestra ou evento institucional.
Foto: Acervo SVMA

“A primeira fase do Viva o Verde SP ajudou a aproximar a população mais desfavorecida dos parques municipais, melhorando a qualidade de vida e contribuindo com a redução das desigualdades na cidade. Nesta segunda fase, vamos consolidar e ampliar estes resultados graças aos valiosos conhecimentos e contribuições da população local, viabilizados pela participação social”, ressalta o coordenador do Viva o Verde SP, Jordi Sánchez-Cuenca. 

Com a nova etapa, São Paulo dá mais um passo para reforçar ações que ampliam e aprimoram parques, protegendo nascentes e contribuindo para melhorar a qualidade do ar, reduzir temperaturas e aumentar a permeabilidade do solo, adotando Soluções Baseadas na Natureza para mitigar os efeitos da mudança climática.

Sobre o Viva o Verde SP
O Viva o Verde SP busca promover uma reaproximação da população com as áreas verdes. Para isso, em sua primeira fase (2022-2025), realizou ações voltadas a melhorar a competência de São Paulo na distribuição equitativa de espaços públicos verdes no município e nos bairros, aprimorando, com foco na participação popular e no protagonismo de meninas e mulheres, as estruturas de gestão dos parques para impulsionar a cidade como referência internacional na atenção à rede verde e azul.

Ao colaborar com modelos inovadores de gestão e manutenção das áreas verdes, o projeto também contribuiu com o Programa de Metas 2021-2024 do município, que tratou da implementação de oito novos parques no período. Envolvendo diversas frentes de atuação e projetando São Paulo internacionalmente, o Viva o Verde SP vem contribuindo para viabilizar novas e futuras parcerias da capital paulistana com outras cidades comprometidas com a igualdade na distribuição, acesso e uso de espaços públicos verdes.

Em sua segunda fase, que começa em 2026, o projeto dá início à implementação das principais recomendações levantadas na primeira etapa. Com atuação concentrada nas áreas de digitalização, avaliação, gestão e comunicação, serão aplicadas estratégicas para distribuir mais equitativamente os espaços públicos verdes, elaboradas ferramentas digitais de monitoramento e desenho participativo desses locais e ampliados os espaços de engajamento da sociedade civil na gestão dos parques municipais de São Paulo.

 

 

A imagem mostra o ícone da ODS 5 "saúde e bem-estar", representada por um ícone verde, com um desenho de um gráfico de batimento cardíaco e um coração  A imagem mostra o ícone da ODS 11 “cidades e comunidades sustentáveis”, representada por um ícone amarelo, com o desenho de prédios e casas brancas  O segundo ícone é a ODS 13 "Vida Terrestre", representada por um ícone verde, com o desenho de uma árvore com duas linhas horizontais abaixo e dois pássaros voando ao lado

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O logotipo do Instagram tem formato quadrado com cantos arredondados, lembrando uma câmera fotográfica estilizada. O fundo é um degradê vibrante que mistura as cores rosa, roxo, laranja e amarelo, criando uma transição suave que vai do tom mais quente ao mais frio. No centro do quadrado, há o desenho simples de uma câmera feito em branco: um contorno quadrado com um círculo grande representando a lente e um pequeno círculo no canto superior direito simbolizando o flash. Tudo é limpo e minimalista, com forte contraste entre o fundo colorido e o ícone branco.O logotipo do Facebook é simples e minimalista. Ele consiste na letra “f” minúscula em branco, desenhada em um estilo arredondado e moderno. A letra aparece centralizada dentro de um quadrado azul de cantos levemente arredondados. O azul usado é um tom médio a escuro, característico da marca, criando um contraste forte com o branco da letra. O design é limpo, direto e facilmente reconhecível.O logotipo do YouTube é composto por um ícone em forma de retângulo vermelho com cantos arredondados, lembrando um botão de “play”. No centro desse retângulo, há um triângulo branco apontado para a direita, representando o símbolo de reprodução de vídeo. À direita do ícone, geralmente aparece o nome “YouTube” escrito em preto, com a palavra “You” em preto e “Tube” dentro do retângulo vermelho nas versões antigas, mas no logo atual o texto completo é apenas preto, simples e moderno. O forte contraste entre o vermelho intenso, o branco e o preto torna o símbolo imediatamente reconhecível.O logotipo do X é simples e monocromático. Ele consiste na letra “X” estilizada, formada por linhas retas e cruzadas que criam um visual moderno e geométrico. O “X” é exibido em branco sobre um fundo preto sólido, criando um contraste forte e direto. As linhas do “X” são finas, elegantes e têm pequenas variações de espessura que dão um ar tecnológico e minimalista ao símbolo. O design é limpo, sem outros elementos além da letra destacada no centro.​ 

 

O logotipo do TikTok é formado por uma nota musical estilizada em preto, com um efeito de desfoque que cria duas bordas coloridas: uma em ciano (um azul claro e vibrante) e outra em rosa intenso. Essas cores aparecem como sombras deslocadas para a esquerda e para a direita, dando a sensação de movimento ou vibração. A nota musical tem formato simples, com uma haste reta e uma bolha arredondada na parte inferior. Em algumas versões, o ícone aparece sobre um fundo preto, reforçando o contraste e destacando as cores vibrantes. O design é moderno, dinâmico e muito associado ao estilo jovem da plataforma.

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