Secretaria Executiva de Projetos Estratégicos
Prefeitura faz exibição do documentário “Cena Aberta” sobre as ações da saúde e assistência social que contribuíram para a extinção da Cracolândia
Na última quinta-feira (11), a Prefeitura de São Paulo, por meio da SPcine, reuniu mais de 150 pessoas no cinema do Centro Cultural Olido para uma exibição especial do documentário “Cena Aberta”. O documentário dirigido por Edu Felistoque apresenta o trabalho diário das equipes de saúde e assistência social que atuam nos territórios e nos serviços municipais e estaduais de acolhimento e tratamento a dependentes de drogas. A produção evidencia como a combinação entre cuidado contínuo, fortalecimento de vínculos, oferta de alternativas terapêuticas e acolhimento humanizado foi decisiva na reestruturação do território antes conhecido como “Cracolândia”.
Cine Diálogo
Após a sessão, o evento contou com roda de conversa composta pelo diretor do documentário Edu Felistoque; pela Coordenadora de Difusão da SPcine Livia Fusco; pelo Secretário Executivo de Projetos Estratégicos, Edsom Ortega; pela Assessora Técnica do Gabinete do Vice-governador, Gleuda Apolinário; pela Secretária Executiva de Atenção Básica, Especialidades e Vigilância em Saúde, Sandra Sabino; e pela Coordenadora do Programa Redenção, Luiza Murakami.
Durante a roda de conversa, o público trouxe perguntas e relatos que reforçaram a importância da continuidade das ações integradas nos territórios. "Esse é um trabalho que foi feito e continua sendo feito dia após dia para que todas essas pessoas tenham acesso aos diferentes tipos de tratamento e acolhimento que elas precisam e merecem ter”, afirmou o Secretário Edsom Ortega. "O mais bonito do nosso trabalho é que o usuário sempre escolheu o seu caminho, sendo fundamental que cada um se veja no tratamento, tenha as suas escolhas respeitadas e possa encontrar a melhor forma de largar o uso da substância", complementou Sandra Sabino.
Este é o segundo longa-metragem de Felistoque sobre o tema. Seu primeiro filme, “Cracolândia” (2022), recebeu diversos prêmios internacionais, incluindo Melhor Documentário no Europe Film Festival 2021 e no Seoul International Film Festival 2021, além do Prêmio do Júri no 18º International Festival Signs of the Night – Berlin (2020). "Para mim, Eduardo Felistoque, esse filme é uma missão cumprida, que começou a 10 anos atrás, quando eu comecei a tentar entender esse fenômeno que são as cenas abertas de uso de drogas”, enfatizou o diretor cinematográfico.
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