Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento
Banco de Alimentos é aliado no combate à mudança climática
O Banco de Alimentos de São Paulo atua na promoção do acesso à alimentação de qualidade para pessoas em situação de vulnerabilidade social, um espaço dedicado a combater a fome e o desperdício de alimentos, mas que também é um grande aliado na redução das mudanças climáticas. Por meio de estratégias de captação, triagem e distribuição de alimentos, no último ano o Banco doou cerca de 577 toneladas de alimentos que poderiam ter sido descartados incorretamente.
Sendo uma das maiores e mais bem estruturadas iniciativas de segurança alimentar e nutricional da capital paulista, o Banco recebe doações de centrais de abastecimento, atacadistas, varejistas, indústrias e doadores diversos. Para garantir a qualidade nutricional desses alimentos é feita uma triagem e seleção do que pode ser direcionado a famílias cadastradas no programa. O intuito é destinar o alimento de qualidade a quem precisa, evitando o descarte incorreto dele.
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o desperdício de alimentos contribui significativamente para o efeito estufa. Quando descartados de forma inadequada, esses resíduos passam por processos de decomposição que liberam dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera. Uma tonelada de alimento emite 500kg de CO₂, e apenas em 2025 o Banco de Alimentos arrecadou 610 toneladas de alimentos, ou seja, deixou-se de emitir cerca de 305 toneladas de dióxido de carbono na cidade de São Paulo.
Segurança alimentar e sustentabilidade de mãos dadas
Responsável pelos equipamentos de segurança alimentar e nutricional de São Paulo, a Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento (SESANA) tem como prioridade combater a fome e o desperdício por meio de ações sustentáveis. São nove iniciativas que pautam a importância do consumo consciente e a responsabilidade ambiental.
Seguindo esse princípio, o Banco de Alimentos também realiza um trabalho de compostagem. Após a triagem do que foi arrecadado, são separados os alimentos que não estão aptos para o consumo. Em 2025, cerca de 28 toneladas de alimentos tornaram-se compostagem. Em São Paulo, políticas alimentares também podem ser uma ferramenta ambiental.
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