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Criação: 12/05/26 19:14

Virada Cultural 2026 reúne 16 atrações internacionais em shows gratuitos no Centro da cidade

Artistas da Europa, África, América do Norte, Ásia e América Latina se apresentam nos dias 23 e 24 de maio em palcos do Anhangabaú, Bom Retiro, República, Sé e Largo São Francisco

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Virada Cultural 2026 terá shows internacionais gratuitos nos dias 23 e 24 de maio, reunindo artistas de 12 países na região central da capital. O evento, com o tema “O Festival dos festivais”, é realizado pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.

“A presença de artistas de diferentes países reforça a proposta da Virada Cultural de ser o festival dos festivais. Com atrações internacionais gratuitas, os paulistanos terão a oportunidade de conhecer novas culturas e produções artísticas em um único fim de semana.”, afirma o Secretário de Cultura e Economia Criativa, Totó Parente.

No Palco Anhangabaú, a programação internacional acontece na madrugada de domingo (24), com o cantor franco-espanhol Manu Chao, que 0h30 apresenta seu repertório marcado pela circulação entre culturas e idiomas. Às 3h, a Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou, do Benin, sobe ao palco com sua fusão de tradições beninenses, afrobeat, funk e highlife. Às 5h30, a norte-americana Western Standard Time Ska Orchestra faz sua primeira apresentação no Brasil, com formação de 17 músicos dedicada ao ska e ao jazz jamaicano.

Na Praça da República, os shows começam no sábado (23). Às 20h30, o grupo britânico Jazz Sabbath abre a noite. Às 23h, o colombiano El León Pardo apresenta repertório autoral inspirado nas sonoridades da costa norte da Colômbia. No domingo (24), às 7h30, o italiano Boris Savoldelli apresenta um repertório que explora a voz como instrumento e transita entre jazz, experimentação e improvisação vocal. Às 14h, o espetáculo norte-americano Mississippi Divas presta homenagem ao blues feminino do Delta do Mississippi, em diálogo com o gospel e o soul.

No palco Revelando na Sé, o grupo colombiano Semblanzas del Río Guapi se apresenta no domingo (24), às 11h, com repertório ligado às tradições do Pacífico colombiano, como marimba, currulaos e cantos afro-colombianos. No mesmo espaço, às 13h, o cabo-verdiano Mário Lúcio apresenta o concerto “M’Afrika”, que percorre sonoridades do continente africano e suas conexões com a música brasileira.

Pista São Francisco tem programação voltada ao reggae. No sábado (23), às 22h30, o jamaicano Earl Sixteen apresenta repertório ligado ao roots reggae, com trajetória associada ao produtor Lee “Scratch” Perry. À 00h de domingo (24), Scientist, ao lado de JAH9, apresenta show dedicado ao dub e à engenharia de estúdio que marcou a cena jamaicana desde os anos 1970. Na sequência, às 2h, o britânico Ras Kayleb leva ao público sua trajetória ligada ao reggae roots e à cultura sound system, consolidada ao lado do Channel One Sound System.

Na Pista da República, na madrugada de domingo (24), às 3h, a colombiana Edna Martinez apresenta set dedicado às sonoridades afro-caribenhas e às conexões entre as cenas eletrônicas globais e a cultura de picó da Colômbia.

Já na Pista Centro, à 00h de domingo (24), o coletivo Nyege Nyege apresenta showcase dedicado à música de vanguarda da África Oriental, reunindo artistas ligados ao selo e ao festival que se tornaram referência na cena contemporânea do continente.

Pela primeira vez, a Virada Cultural recebe um show de K-pop. Em parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil, o grupo 1VERSE faz sua estreia no país com apresentações gratuitas na Praça Coronel Fernando Prestes, no Bom Retiro. Formado por integrantes da Coreia do Sul, Estados Unidos e Japão, o quarteto se apresenta no sábado (23), das 20h às 20h30, e no domingo (24), das 16h30 às 17h.

“A Virada Cultural 2026 reafirma São Paulo como uma cidade aberta ao mundo e ao diálogo entre culturas. Ao reunir gratuitamente experiências da Coreia, Índia, Espanha, África, Japão, Itália e de diferentes expressões latino-americanas, o festival aproxima os paulistanos de tradições, linguagens artísticas e patrimônios culturais globais. Essa troca internacional fortalece São Paulo como uma capital cultural conectada, multicultural e acolhedora, onde a cultura se torna uma ponte entre povos e gerações — um caminho para a paz”, destaca a secretária municipal de Relações Internacionais, Angela Gandra

 

Clique aqui e confira mais detalhes sobre essa programação

 

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