Hospital do Servidor Público Municipal

Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2026 | Horário: 10:33
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Janeiro Roxo ressalta a importância de prevenir e tratar a Hanseníase

Tendo sido conhecida popularmente como Lepra, a doença carrega estigmas que precisam ser quebrados em prol da saúde pública
#ParaTodosVerem  No cabeçalho:  Logo da Prefeitura de São Paulo  JANEIRO ROXO  Durante muito tempo, as pessoas com Hanseníase eram frequentemente vítimas de preconceito e isolamento. As lesões provocadas pela doença, numa época sem as descobertas da ciência, causavam medo. Com o avanço da medicina, a doença pejorativamente chamada de Lepra passou a se tornar esclarecida para a população e isto ampliou a conscientização para combater o preconceito. A Campanha Janeiro Roxo tem esse objetivo: divulgar a prevenção, tratamento e cuidados referentes à Hanseníase. Causada pela bactéria Mycobacterium leprae, os sintomas mais frequentes são: manchas e áreas da pele com alteração da sensibilidade térmica, à dor e/ou ao tato; comprometimento dos nervos periféricos; regiões com diminuição dos pelos e do suor; sensação de formigamento ou fisgadas, principalmente nas mãos e nos pés; diminuição ou ausência da sensibilidade ou da força muscular na face, nas mãos ou nos pés; e nódulos no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos. A hanseníase tem cura e possui duas formas: a infectante e a não infectante, a depender da quantidade de bactérias presentes. A transmissão se dá por meio do espirro, tosse ou fala e não pelos objetos utilizados pelo paciente. Além disso, para a contaminação, é necessário um contato próximo e prolongado. Não se transmite a hanseníase pelo abraço, compartilhamentos de pratos, talheres, roupas de cama e outros objetos. O diagnóstico precoce, tratamento e a observação de pessoas que convivem ou conviveram de forma prolongada com um caso diagnosticado de hanseníase são as principais formas de prevenção.  Colaboração: Dra. Patrícia Suzuki - Médica da Clínica de Dermatologia do HSPM Produção: Assessoria de Relações Institucionais  Ao final do texto, à direita, temos a imagem ilustrativa de mãos com manchas de hanseníase, envolvidas por um laço roxo (cor símbolo da campanha).  No rodapé:  Lembre-se:  

Por Alessandra Ueno

Durante muito tempo, as pessoas com Hanseníase eram frequentemente vítimas de preconceito e isolamento. As lesões provocadas pela doença, numa época sem as descobertas da ciência, causavam medo. Com o avanço da medicina, a doença pejorativamente chamada de Lepra passou a se tornar esclarecida para a população e isto ampliou a conscientização para combater o preconceito.

A Campanha Janeiro Roxo tem esse objetivo: divulgar a prevenção, tratamento e cuidados referentes à Hanseníase. Causada pela bactéria Mycobacterium leprae, os sintomas mais frequentes são: manchas e áreas da pele com alteração da sensibilidade térmica, à dor e/ou ao tato; comprometimento dos nervos periféricos; regiões com diminuição dos pelos e do suor; sensação de formigamento ou fisgadas, principalmente nas mãos e nos pés; diminuição ou ausência da sensibilidade ou da força muscular na face, nas mãos ou nos pés; e nódulos no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.

A hanseníase tem cura e possui duas formas: a infectante e a não infectante, a depender da quantidade de bactérias presentes. A transmissão se dá por meio do espirro, tosse ou fala e não pelos objetos utilizados pelo paciente. Além disso, para a contaminação, é necessário um contato próximo e prolongado. 

Não se transmite a hanseníase pelo abraço, compartilhamentos de pratos, talheres, roupas de cama e outros objetos. O diagnóstico precoce, tratamento e a observação de pessoas que convivem ou conviveram de forma prolongada com um caso diagnosticado de hanseníase são as principais formas de prevenção.

 

Colaboração: Dra. Patrícia Suzuki - Médica da Clínica de Dermatologia do HSPM
Produção: Assessoria de Relações Institucionais

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