Virada Esportiva aproxima população de SP das modalidades paralímpicas
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- Programação contou com oficinas de basquete em cadeira de rodas, tênis de mesa e taekwondo
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- Parque da Independência recebeu oficinas esportivas adaptadas ao longo do dia, como basquete em cadeira de rodas, tênis de mesa e skate adaptado
- Evento reuniu mais de 2 mil atividades espalhadas pela cidade
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Com 2 mil atividades espalhadas por toda a cidade, a Virada Esportiva 2025 reservou uma programação especial para pessoas com deficiência. No Parque da Independência, na Zona Sul, o futebol de cegos foi uma das grandes atrações. Atletas de equipes profissionais disputaram partidas de demonstração em uma arena montada pela Prefeitura de São Paulo, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer a modalidade.
Além do futebol de cegos, o Parque da Independência recebeu oficinas esportivas adaptadas ao longo do dia, como basquete em cadeira de rodas, tênis de mesa e skate adaptado. Centenas de pessoas passaram pelo local, participando de atividades abertas a todas as idades.
O secretário municipal de Esportes, Rogério Lins, jogou vendado, conforme determina a regra da modalidade. “Nós também tivemos basquete com cadeirantes, natação com vários jovens com síndrome de Down e, agora, tivemos o futebol para pessoas com deficiência visual. O esporte é isso: superação, desafio, e eu fico muito feliz de estar participando”, destacou o secretário.
Voz dos atletas
Para os jogadores, participar da Virada Esportiva é também uma oportunidade de mostrar a força do esporte. Johnny Faganelli, estudante de Direito e goleiro de uma das equipes de futebol de cegos, destacou o apoio do poder público para aumentar a visibilidade da modalidade: “A Virada é algo mágico, porque conseguimos trazer o esporte que é do brasileiro, que é o futebol, para todos. Acho muito importante essa visibilidade para o esporte, principalmente paralímpico. A Prefeitura nos auxilia, fazendo com que tenhamos mais materiais e visibilidade. Hoje, por exemplo, um empresário pode vir, observar, se interessar e ajudar”, contou.
Guilherme de Souza Silva, jornalista e goleiro de 21 anos, ressaltou o impacto da modalidade para novas gerações: “Acho incrível, porque eu tinha uma mente muito fechada quando era muito novo. Quando conheci o Centro Paralímpico, vi que é um mundo completamente diferente. Acho incrível poder inspirar alguém com deficiência que ainda não conhece a modalidade e vê a gente como referência.”
Já o advogado Rildo Teixeira, de 56 anos, um dos jogadores de futebol de cegos, relembrou sua trajetória: “Eu jogo bola desde criança no internato. Acho muito bom o evento, porque dá oportunidade de praticar esporte e usar os equipamentos da Prefeitura. Liberar o acesso para todos praticarem seu esporte é algo saudável”, destacou, apontando que sua atuação no evento como atleta paralímpico pode inspirar as próximas gerações.Outras modalidades
A Virada Esportiva contou ainda com atividades específicas para pessoas com deficiência em diferentes pontos da cidade. Entre os destaques estão as oficinas de basquete em cadeira de rodas, tênis de mesa e paraskate no Parque da Independência, além do basquete 3x3 na Arena SEME Urbanos, no Ginásio Baby Barioni, e do Taekwondo no CE Vila Prudente.
No Centro Esportivo da Vila Prudente, a programação reuniu dezenas de atletas em lutas de Taekwondo. Entre os participantes está a professora Zilda Anselmo Camargo, lutadora de Taekwondo faixa amarela ponta verde, que pratica a modalidade há dez anos ao lado do irmão Agnaldo, que é paratleta. “É um incentivo para nos movimentarmos, sair de casa. Para eles, é muito importante”, afirma Zilda, que utilizou o Atende+, programa de transporte especial da Prefeitura, para se deslocar da Zona Sul até o Centro Esportivo. - Título Alternativo
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